DEPUTADO SMPLICIO ARAÚJO
Folho de S.Paulo
Pela quinta
vez consecutiva num prazo de dois meses, a comissão de Direitos Humanos da
Câmara adiou a votação de projeto que permite aos psicólogos promover
tratamento com o objetivo de curar a homossexualidade.
A proposta,
conhecida como "cura gay", era a única na pauta do grupo nesta
terça-feira (11), mas a conclusão do debate foi adiada com o início da votação
no plenário da Casa.
O projeto de
decreto legislativo, de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), suspende
dois trechos de resolução instituída em 1999 pelo Conselho Federal de
Psicologia. O primeiro trecho afirma que "os psicólogos não colaborarão
com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das
homossexualidades".
A proposta
anula ainda artigo da resolução que determina que "os psicólogos não se
pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de
comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em
relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica".
Na
justificativa do documento, Campos afirma que o conselho "extrapolou seu
poder regulamentar" ao "restringir o trabalho dos profissionais e o
direito da pessoa de receber orientação profissional".
BATE-BOCA
Durante a
sessão, houve discussão entre o presidente da comissão, o pastor Marco
Feliciano (PSC-SP), e o deputado Simplício Araújo (PPS-MA), autor de
requerimento apresentado hoje pedindo a retirada do projeto da pauta.
O
requerimento foi rejeitado pela maioria dos presentes e Araújo voltou a pedir a
palavra. Feliciano, no entanto, desligou o microfone do congressista após
alguns minutos. "O senhor está tolhendo a minha palavra. (...) Eu quero
registrar que isso aqui é uma ditadura", reclamou Araújo.
Feliciano
argumentou que o deputado teria tempo para argumentar sobre o projeto num
próximo momento, durante a votação da proposta. "Assim que chegar o seu
momento vou deixá-lo", disse o presidente da comissão.
Mais tarde,
Araújo teve direito a 15 minutos de fala. O deputado argumentou ser necessário
maior número de audiências públicas sobre o assunto e de debate na comissão.
"Eu
acho que o projeto é serio, foi pejorativamente apelidado de "cura
gay", e acho que precisamos de um carinho especial sobre o que estamos
fazendo aqui. Vamos dar vazão a uma matéria que não vai passar pela Comissão de
Constituição e Justiça, com toda certeza", disse Araújo.
Feliciano
rebateu a afirmação do colega. "Ele tem bola de cristal para saber o
futuro? As outras comissões têm pessoas contrárias e pessoas favoráveis",
disse. O pastor afirmou que, se for permitido pelo regimento interno da Casa,
pode convocar sessão extraordinária amanhã para concluir a votação.
Pela
quinta vez consecutiva num prazo de dois meses, a comissão de Direitos
Humanos da Câmara adiou a votação de projeto que permite aos psicólogos
promover tratamento com o objetivo de curar a homossexualidade.
A proposta, conhecida como "cura gay",
era a única na pauta do grupo nesta terça-feira (11), mas a conclusão do
debate foi adiada com o início da votação no plenário da Casa.
O projeto de decreto legislativo, de
autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), suspende dois trechos de
resolução instituída em 1999 pelo Conselho Federal de Psicologia. O
primeiro trecho afirma que "os psicólogos não colaborarão com eventos e
serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades".
A proposta anula ainda artigo da
resolução que determina que "os psicólogos não se pronunciarão, nem
participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de
massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação
aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica".
Na justificativa do documento, Campos
afirma que o conselho "extrapolou seu poder regulamentar" ao "restringir
o trabalho dos profissionais e o direito da pessoa de receber
orientação profissional".
BATE-BOCA
Durante a sessão, houve discussão entre o
presidente da comissão, o pastor Marco Feliciano (PSC-SP), e o deputado
Simplício Araújo (PPS-MA), autor de requerimento apresentado hoje
pedindo a retirada do projeto da pauta.
O requerimento foi rejeitado pela
maioria dos presentes e Araújo voltou a pedir a palavra. Feliciano, no
entanto, desligou o microfone do congressista após alguns minutos. "O
senhor está tolhendo a minha palavra. (...) Eu quero registrar que isso
aqui é uma ditadura", reclamou Araújo.
Feliciano argumentou que o deputado
teria tempo para argumentar sobre o projeto num próximo momento, durante
a votação da proposta. "Assim que chegar o seu momento vou deixá-lo",
disse o presidente da comissão.
Mais tarde, Araújo teve direito a 15
minutos de fala. O deputado argumentou ser necessário maior número de
audiências públicas sobre o assunto e de debate na comissão.
"Eu acho que o projeto é serio, foi
pejorativamente apelidado de "cura gay", e acho que precisamos de um
carinho especial sobre o que estamos fazendo aqui. Vamos dar vazão a uma
matéria que não vai passar pela Comissão de Constituição e Justiça, com
toda certeza", disse Araújo.
Feliciano rebateu a afirmação do colega.
"Ele tem bola de cristal para saber o futuro? As outras comissões têm
pessoas contrárias e pessoas favoráveis", disse. O pastor afirmou que,
se for permitido pelo regimento interno da Casa, pode convocar sessão
extraordinária amanhã para concluir a votação.
Pela
quinta vez consecutiva num prazo de dois meses, a comissão de Direitos
Humanos da Câmara adiou a votação de projeto que permite aos psicólogos
promover tratamento com o objetivo de curar a homossexualidade.
A proposta, conhecida como "cura gay",
era a única na pauta do grupo nesta terça-feira (11), mas a conclusão do
debate foi adiada com o início da votação no plenário da Casa.
O projeto de decreto legislativo, de
autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), suspende dois trechos de
resolução instituída em 1999 pelo Conselho Federal de Psicologia. O
primeiro trecho afirma que "os psicólogos não colaborarão com eventos e
serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades".
A proposta anula ainda artigo da
resolução que determina que "os psicólogos não se pronunciarão, nem
participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de
massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação
aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica".
Na justificativa do documento, Campos
afirma que o conselho "extrapolou seu poder regulamentar" ao "restringir
o trabalho dos profissionais e o direito da pessoa de receber
orientação profissional".
BATE-BOCA
Durante a sessão, houve discussão entre o
presidente da comissão, o pastor Marco Feliciano (PSC-SP), e o deputado
Simplício Araújo (PPS-MA), autor de requerimento apresentado hoje
pedindo a retirada do projeto da pauta.
O requerimento foi rejeitado pela
maioria dos presentes e Araújo voltou a pedir a palavra. Feliciano, no
entanto, desligou o microfone do congressista após alguns minutos. "O
senhor está tolhendo a minha palavra. (...) Eu quero registrar que isso
aqui é uma ditadura", reclamou Araújo.
Feliciano argumentou que o deputado
teria tempo para argumentar sobre o projeto num próximo momento, durante
a votação da proposta. "Assim que chegar o seu momento vou deixá-lo",
disse o presidente da comissão.
Mais tarde, Araújo teve direito a 15
minutos de fala. O deputado argumentou ser necessário maior número de
audiências públicas sobre o assunto e de debate na comissão.
"Eu acho que o projeto é serio, foi
pejorativamente apelidado de "cura gay", e acho que precisamos de um
carinho especial sobre o que estamos fazendo aqui. Vamos dar vazão a uma
matéria que não vai passar pela Comissão de Constituição e Justiça, com
toda certeza", disse Araújo.
Feliciano rebateu a afirmação do colega.
"Ele tem bola de cristal para saber o futuro? As outras comissões têm
pessoas contrárias e pessoas favoráveis", disse. O pastor afirmou que,
se for permitido pelo regimento interno da Casa, pode convocar sessão
extraordinária amanhã para concluir a votação.
Pela
quinta vez consecutiva num prazo de dois meses, a comissão de Direitos
Humanos da Câmara adiou a votação de projeto que permite aos psicólogos
promover tratamento com o objetivo de curar a homossexualidade.
A proposta, conhecida como "cura gay",
era a única na pauta do grupo nesta terça-feira (11), mas a conclusão do
debate foi adiada com o início da votação no plenário da Casa.
O projeto de decreto legislativo, de
autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), suspende dois trechos de
resolução instituída em 1999 pelo Conselho Federal de Psicologia. O
primeiro trecho afirma que "os psicólogos não colaborarão com eventos e
serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades".
A proposta anula ainda artigo da
resolução que determina que "os psicólogos não se pronunciarão, nem
participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de
massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação
aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica".
Na justificativa do documento, Campos
afirma que o conselho "extrapolou seu poder regulamentar" ao "restringir
o trabalho dos profissionais e o direito da pessoa de receber
orientação profissional".
BATE-BOCA
Durante a sessão, houve discussão entre o
presidente da comissão, o pastor Marco Feliciano (PSC-SP), e o deputado
Simplício Araújo (PPS-MA), autor de requerimento apresentado hoje
pedindo a retirada do projeto da pauta.
O requerimento foi rejeitado pela
maioria dos presentes e Araújo voltou a pedir a palavra. Feliciano, no
entanto, desligou o microfone do congressista após alguns minutos. "O
senhor está tolhendo a minha palavra. (...) Eu quero registrar que isso
aqui é uma ditadura", reclamou Araújo.
Feliciano argumentou que o deputado
teria tempo para argumentar sobre o projeto num próximo momento, durante
a votação da proposta. "Assim que chegar o seu momento vou deixá-lo",
disse o presidente da comissão.
Mais tarde, Araújo teve direito a 15
minutos de fala. O deputado argumentou ser necessário maior número de
audiências públicas sobre o assunto e de debate na comissão.
"Eu acho que o projeto é serio, foi
pejorativamente apelidado de "cura gay", e acho que precisamos de um
carinho especial sobre o que estamos fazendo aqui. Vamos dar vazão a uma
matéria que não vai passar pela Comissão de Constituição e Justiça, com
toda certeza", disse Araújo.
Feliciano rebateu a afirmação do colega.
"Ele tem bola de cristal para saber o futuro? As outras comissões têm
pessoas contrárias e pessoas favoráveis", disse. O pastor afirmou que,
se for permitido pelo regimento interno da Casa, pode convocar sessão
extraordinária amanhã para concluir a votação.
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