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GOVERNO DO MARANHÃO

quinta-feira, 27 de julho de 2017

JANSEN PENHA CONFESSA TER ASSASSINADO JOVEM SOB INFLUÊNCIA DE VIOLENTA EMOÇÃO

DE ACORDO COM O DELEGADO REGIONAL ELSON RAMOS, JANSEN PENHA CONFESSOU A AUTORIA DO CRIME E ALEGOU TER AGIDO SOB INFLUÊNCIA DE VIOLENTA EMOÇÃO EM DECORRÊNCIA DOS FURTOS OCORRIDOS EM SUA PROPRIEDADE LOCALIZADA NO MESMO POVOADO

                                   

José de Ribamar Jansen Penha, de 59 anos, apontado como o autor do assassinato do jovem Weverton Chaves Miranda, de 21 anos de idade, conhecido por ‘Badê’, crime ocorrido na noite do último domingo (23), no povoado Sapucaíba, zona rural de Bacabal, se apresentou no 1º Distrito Policial, na tarde desta quarta-feira (26), acompanhado do seu advogado Dr. Bento Vieira.

De acordo com o delegado regional Elson Ramos, Jansen Penha confessou a autoria do crime e alegou ter agido sob influência de violenta emoção em decorrência dos furtos ocorridos em sua propriedade localizada no mesmo povoado.
                          

Weverton Chaves não tinha passagem pela polícia e foi executado com um tiro na cabeça quando estava sentado na cadeira de um bar. O crime foi testemunhado por clientes do estabelecimento que estão sendo ouvidos pela Polícia Civil.

Quando a arma utilizada Jansen disse ter sido destruída durante o incêndio, causado por populares, em parte de sua propriedade horas após o crime.

As investigações continuam e, ainda de acordo com o delegado, só após ouvir todas as testemunhas é que ele avaliará se há a necessidade de representar pela prisão preventiva de Jansen Penha. “A justiça exige alguns requisitos para que seja decretada a prisão preventiva”, disse Elson Ramos.

Crime sob influência de violenta emoção

O Código Penal, em seu art. 65, III, c, diz que é circunstância sempre atenuante da imposição da pena, ter o agente cometido o crime sob influência de violenta emoção, provocado por ato injusto da vítima e, especificamente para os crimes de homicídio e lesões corporais:

No caso do agente ter cometido o crime, sob o domínio da violência emoção, logo em seguida a injusta provocação da vítima, fica o juiz autorizado a reduzir a pena de um sexto a um terço (art. 121, § 1º e 129 § 4§), ou seja, em ambos, é exigido pela lei que a agressão tenha ocorrido logo após a injusta provocação:

Homicídio simples

Art. 121. Matar alguém:

Pena – reclusão, de seis a vinte anos.

Caso de diminuição de pena

§1º Se o agente comete o crime impelido por motivo de relevante valor social ou moral, ou sob o domínio de violenta emoção, logo em seguida a injusta provocação da vítima, o juiz pode reduzir a pena de um sexto a um terço.
Fonte Blog Sérgio Matias 

GRUPO SARNEY PERDE PARA FLÁVIO DINO UMA DAS MAIS IMPORTANTES LIDERANÇAS POLÍTICAS NA DOS COCAIS

ZITO É FLÁVIO : EX-PREFEITO DE CODÓ POR DOIS MANDATOS E CONSIDERADO UMA DAS MAIORES LIDERANÇAS POLÍTICAS DA REGIÃO DOS COCAIS


Acima na primeira foto, Zito Rolim e abaixo o prefeito de Codó Francisco Nagib falando ao microfone durante recepção ao governador e secretários de estado ontem (26) na cidade, sendo observado por Flávio Dino e Márcio Jerry, que está ao lado de Zito bem à direita da foto.

Do site do Elias Lacerda – Segue o processo de desmonte do grupo Sarney que governou o Maranhão por décadas. A mais nova aquisição do governador Flávio Dino para seu projeto de reeleição é o ex-prefeito de Codó, Zito Rolin.
Ainda filiado ao Partido Verde, uma das siglas da base do grupo Sarney no Maranhão, Zito informou na manhã de ontem ao eliaslacerda.com durante visita do governador Flávio Dino a Codó, que vai pedir desfiliação do partido para se filiar a uma agremiação partidária alinhada a base do governador (nos bastidores fala-se que seria o PDT).

Ex-prefeito de Codó por dois mandatos e considerado uma das maiores lideranças políticas da região dos Cocais, Zito diz que ainda analisa em qual sigla deverá ingressar. Pré candidato a deputado estadual, sua adesão ao grupo do governador Flávio Dino foi fruto de uma articulação do atual prefeito de Codó Francisco Nagib e do Secretário Estadual de Articulação Política e Comunicação, jornalista  Márcio Jerry.
Liderança fundamental na eleição de Francisco Nagib no ano passado, Zito Rolin deverá receber o apoio do prefeito em uma dobradinha com Márcio Jerry para deputado federal em Codó.
Oficialmente o anúncio da dobradinha Zito Rolin estadual e Márcio Jerry federal não foi revelada, entretanto diante do discurso elogioso do prefeito Francisco Nagibe a Jerry ressaltando as qualidades na articulações do mesmo com seu empenho nos recentes investimentos no governo do estado em Codó, ficou claro que a dobradinha entre os dois está sendo costurada

Fonte  Blog John Cutrim

VÍDEO: ‘CARGO NÃO É PRA FROUXO’, DIZ DELEGADO MAIS POPULAR DE SÃO LUÍS

WALTER WANDERLEY O DELEGADO CABRA MACHO DO MARANHÃO


Um dos policiais civis que mais se destacam na Grande São Luís pela postura irreverente e atuante está fazendo sucesso nas redes sociais e em toda a área Itaqui-Bacanga, região onde exerce o cargo de Delegado.

Estamos falando do popular e querido Walter Wanderley que ganhou nesta quarta-feira (26) um vídeo produzido pela TV Imparcial (veja acima) mostrando um pouco da personalidade e do bom humor do delegado que há anos se dedica ao combate a criminalidade na capital maranhense.
O Blog já havia citado o destaque que Walter Wanderley ganhou como profissional que, mesmo diante de uma greve da Polícia Civil, não deixou o ‘batente’ para servir a comunidade. E, diga-se de passagem, foi muito bem elogiado pela população ludovicense. (Reveja)

Blog do Minard

PF PRENDE BENDINE, EX-PRESIDENTE DO BB E DA PETROBRAS

ALDEMIR BENDINE, EX-PRESIDENTE DO BANCO DO BRASIL E DA PETROBRAS,  É ALVO DA 42ª FASE DA OPERAÇÃO LAVA JATO




BRASIL 247 -Em mais uma fase da Lava Jato, a Polícia Federal prendeu, na manhã desta quinta-feira, Aldemir Bendine, ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras; segundo a PF, Bendine e pessoas a ele relacionadas teriam solicitado vantagem indevida em razão dos cargos exercidos para que o Grupo Odebrecht não viesse a ser prejudicado em futuras contratações da Petrobras; em troca, o grupo teria efetuado o pagamento em espécie de ao menos R$ 3 milhões



 Aldemir Bendine, ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras,  é alvo da 42ª fase da Operação Lava Jato deflagrada pela Polícia Federal (PF) na manhã desta quinta-feira (27) no Distrito Federal, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo.

Segundo a PF, Bendine e pessoas a ele relacionadas teriam solicitado vantagem indevida em razão dos cargos exercidos para que o Grupo Odebrecht não viesse a ser prejudicado em futuras contratações da Petrobras e, em troca, o grupo teria efetuado o pagamento em espécie de ao menos R$ 3 milhões.

Aparentemente, ainda de acordo com a PF, estes pagamentos somente foram interrompidos com a prisão de Marcelo Odebrecht.

A operação foi batizada de Cobra e cumpre três mandados de prisão temporária e 11 de busca e apreensão.

O nome da operação é uma referência ao codinome dado ao principal investigado nas tabelas de pagamentos de propinas apreendidas no chamado Setor de Operações Estruturadas da Odrebrecht durante a 23ª fase da operação.

Abaixo, reportagem da Agência Brasil:

Aécio Amado - Repórter da Agência Brasil

A Polícia Federal cumpre na manhã desta quinta-feira (27) mandados judiciais, entre eles, três de prisão temporário e 11 de busca e apreensão na 42ª fase da Lava Jato. Os alvos principais, segundo nota do Ministério Público Federal no Paraná (MPF-PR), são Aldemir Bendine, ex-diretor da Petrobras e do Banco do Brasil (BB), e operadores financeiros suspeitos de participarem do recebimento de R$ 3 milhões em propinas pagas pela Odebrecht.

Bendine esteve no comando do BB entre 17 de abril de 2009 e 6 de fevereiro de 2015, e foi presidente da Petrobras entre 6 de fevereiro de 2015 e 30 de maio de 2016. De acordo com o MPF-PR, existem evidências de que ele pediu propina à Odebrecht AgroIndustrial.

“Numa primeira oportunidade, um pedido de propina no valor de R$ 17 milhões realizado por Aldemir Bedine à época em que era presidente do Banco do Brasil, para viabilizar a rolagem de dívida de um financiamento da Odebrecht AgroIndustrial. Marcelo Odebrecht e Fernando Reis, executivos da Odebrecht que celebraram acordo de colaboração premiada com o Ministério Público, teriam negado o pedido de solicitação de propina porque entenderam que Bendine não tinha capacidade de influenciar no contrato de financiamento do Banco do Brasil”, diz a nota

Além disso, segundo o MPF, “há provas apontando que, na véspera de assumir a presidência da Petrobras, o que ocorreu em 6 de fevereiro de 2015, Aldemir Bendine e um de seus operadores financeiros novamente solicitaram propina a Marcelo Odebrecht e Fernando Reis. Desta vez, as indicações são de que o pedido foi feito para que o grupo empresarial Odebrecht não fosse prejudicado na Petrobras, inclusive em relação às consequências da Operação Lava Jato.”