POLÍTICA + CONFUSÃO = BRIGA
Do Blog do Walney Batista
Na sessão
que aconteceu pela manhã, nesta sexta-feira(14),mais um fato lamentável
aconteceu na câmara municipal de Lago da Pedra ,já no termino da sessão
ordinária ,os vereadores, Pablo Sales e Professor Nascimento, travaram uma
briga ,partindo para vias de fato. Tudo começou após o vereador prof. Nascimento
que tinha assumido os trabalhos, momentos antes, quando o presidente interino, Eurico
Filho, tinha se retirado. A sessão foi marcada por polêmicas e com várias denúncias
apresentadas pelos vereadores da oposição, contra a prefeita.
Após
anunciar o encerramento da sessão, o vereador Prof. Nascimento falou,´´ ele não
tomou o remédio``, se referindo ao vereador Pablo que falava alto, com a
vereadora Vanessa, que não teria concordado com comentários que Pablo teria
feito. Não gostando nem um pouco, o vereador Pablo partiu em direção ao Prof. Nascimento
que estava sentado na mesa, Pablo, tomou o microfone e arremessou nos peito do
colega, Prof. Nascimento retrucou, lançou o microfone de volta.
Vereador
Prof. Nascimento desceu da tribuna, e foi de encontro a Pablo, os dois ficaram
se encarando, quando de repente, Prof. Nascimento
desferiu um murro, más não acertou Pablo. A turma do deixa disso chegou, tentando
acalmar os ânimos, mesmo assim, os parlamentares ficaram exaltados querendo se
pegar.
O blog
ouviu os dois vereadores.
Fala do verador Prof.Nascimento, ´´baixar essa euforia, baixar
esse fardo, acho que isso demonstra mau exemplo, essa é a terceira vez que ele
parte realmente para agredir às pessoas, eu assumi os trabalhos na ausência do
vereador Eurico, e até de forma já fora da sessão, brincar com ele, por que
agente, às vezes, fora brinca, más ele se alterou, acho que isso não é o nosso
papel, infelizmente, infelizmente existe, tá existindo esse tipo de coisa, eu
tenho costume aqui na casa, de brincar ,brincar com todos, inclusive com ele, brincar
quando a sessão termina né, más ele se ofendeu e eu digo aqui, sinceramente,
sou uma pessoa muito humilde, tenho humildade de pedir desculpa, eu acho que
isso, não é realmente a demonstração que queremos mostrar para a sociedade, achei
realmente, muito fora de ética e, não é por aí, acho que nós temos que
trabalharmos os nosso projetos, infelizmente um episódio desse não pode
acontecer.``
Ainda
segundo prof. Nascimento, ´´com o Pablo, agente tem costume de brincar, então
ele se ofendeu, más eu acho que as coisas não é bem por aí, de certa forma eu
vou cortar esse tipo de relacionamento, até como uma forma de quebrar o gelo, ver.se
referindo às brincadeiras. Eu sou da paz, do amor, nunca tive confusão com
ninguém.``
Fala do vereador Pablo Sales,´´ Todo o povo de Lago da Pedra,
sabe como é as coisas desse palhaço, ele fica com brincadeiras pesadas, e eu
não aceito, não adianta querer mim enfrentar aqui, querem jogar eu aqui contra
o povo, quem aqui nessa casa, tomar atitude que ele tomou aqui, eu não aceito, não
adianta, já é pela a terceira vez, que ele faz isso, fica dizendo, terceira
vez, fica, antes de vir pra sessão, vai se cuidar, tomar remédio. Tem que mim
respeitar porra, esse vaga...quer respeito e não respeita agente. Digo bem
claro, não adianta vir querer mim intimidar, ele sabe como sou eu ,não aceito
que venha falar de coisas pessoais comigo, dá política pode falar o que quiser,
na política ,pode procurar se eu tenho manchas, se tem alguma sujeira, da minha
vida política pode procurar tudo, más na minha vida pessoal, nem toque na minha
vida pessoal.``
´´Eles
tentam de toda forma, mim provocar, tentam de toda forma ,mim instituir, pra
mim tomar decisão, não adianta, eu não abro pra ninguém, quem mexer comigo, entra,
eu não sou aqui de aguentar as coisas calado, pode falar de mim, na vida
política, pode falar o que quiser, más a atitude que ele tomou aí, não adianta,
que eu não aceito, eles estão incomodados pelo fato de nós entrarmos aqui denunciando.
Eles ficam nervoso e apelam dessa forma, querendo intimidar, se cutucar, vai
acontecer, homem nenhum mim intimida, eu não sou mais que ninguém não, tenho
que ser respeitado dentro desta casa, dá próxima vez que ele vir de novo, vai levar
de novo, eu sou da paz, quero paz, se vier mim intimidar, se vier bulir comigo,
eu não aguento calado. ``Disse o vereador Pablo.
Mais de 60 mil e-mails foram encaminhados ao deputado federal Simplício Araújo (PPS/MA)
desde a última quarta-feira (12), após a reunião da Comissão de
Direitos Humanos e Minoria ter sido interrompida durante votação do
Projeto de Decreto Legislativo 234/11, mais conhecido como projeto da
"cura gay".
Ativistas LGBTs encaminharam e-mails
parabenizando a atitude do parlamentar e afirmando que a função da
comissão é a de defesa das minorias. Familiares, simpatizantes e
presidentes de associações defensoras dos direitos LGBTs fizeram questão
de frisar que as principais organizações mundiais de saúde, incluindo
muitas de psicologia, não mais consideram a homossexualidade uma doença,
disturbio ou peversão o que, segundo eles, derrubaria a tese de suposta
cura.
Já a corrente favorável à proposta, se
manifestou, nos e-mails, solicitando um novo posicionamento do
parlamentar, afirmando que os homossexuais possuem o direito de buscar
auxílio dos psicólogos se desejarem mudar sua opção sexual. Muitos
afirmaram que o Brasil é um país livre e que, como tal, qualquer pessoa
tem o direito de escolher se deseja ou não mudar sua opção. Segundo
blogs e jornais, muitos receberam o e-mail do deputado em suas igrejas e
foram estimulados a lutar pela aprovação do projeto.
Tendo assumido a cadeira de deputado
federal há apenas seis meses, Simplício Araújo não esteve presente nas
audiências públicas que debateram o referido projeto. Teve pouco tempo
para estudar a matéria, haja vista ser um tema complexo. Tentou, sem
sucesso, conseguir um tempo maior para ouvir tanto os defensores como os
opositores do projeto, bem como psicólogos, especialistas e sociedade.
Sua atitude ao pedir vistas e a retirada de pauta do projeto foram,
justamente, para ter a chance de ouvir os interessados além de dar a
chance para que vários parlamentares da comissão que, assim como ele,
não participaram das audiências, tivessem a chance de aclarar suas
ideias e não apenas emitir um voto cego.


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