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GOVERNO DO MARANHÃO

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

JOVEM É PROCURADA POR HOMICÍDIO EM CONCEIÇÃO DO LAGO-AÇU

MULHER, QUE É FILHA DE UM VEREADOR, TERIA ESFAQUEADO A VÍTIMA APÓS SER AGREDIDA.
Maria Luana Cardoso, autora e Geílson dos Santos, vítima. 
Imirante.com
A Polícia Civil ainda não tem pistas do paradeiro de Maria Luana Cardoso Siqueira, de 20 anos. A jovem é filha do vereador Plácido de Jesus Silva, conhecido como Pacico. Ela sumiu do município depois de matar a golpes de faca o entregador Geilson dos Santos Sobrinho, conhecido como Lourinho, de idade não informada, que sofria de transtornos mentais.
O crime ocorreu na noite de sábado (11), quando Luana Cardoso estava na casa de uma irmã, na Rua do Axixá, centro de Conceição do Lago-Açu. Segundo informações da polícia, Lourinho estava na casa e, após uma brincadeira, eles teriam se desentendido e o entregador agrediu a filha do parlamentar com um pontapé nas nádegas. A jovem, então, revidou, matando-o.
Lourinho, que trabalhava em estabelecimentos comerciais de materiais de construção e fazia entregas, foi golpeado na altura do tórax. Ele foi socorrido e levado para o Pronto Socorro da cidade de Bacabal, mas não resistiu ao grave ferimento. A polícia judiciária também investiga a denúncia de que o entregador possa ter assediado a jovem, que é estudante do curso de Enfermagem da Faculdade de Educação de Bacabal (Febac).
A morte de Lourinho dividiu opiniões quanto à culpabilidade do crime. Nas redes sociais, algumas pessoas defenderam a filha do vereador, alegando que a jovem teria agido em legítima defesa. Outros, porém, saíram em defesa do entregador de mercadorias, afirmando que a vítima, apesar de sofrer de problemas mentais, não era agressiva, e apenas demonstrava, por meio de palavras, sua admiração pela jovem.
O caso é também investigado pelo delegado regional interino da 16ª Delegacia Regional de Bacabal, Day Robson Costa e Silva, que substitui o delegado titular, Carlos Alessandro Assis. A expectativa da polícia é a de que Luana Cardoso se apresente nos próximos dias, acompanhada de seus advogados, e conte sua versão sobre o fato, acompanhado pela Superintendência de Polícia Civil do Interior (SPCI).
Matéria /Saulo Maclean / O Estado

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