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sexta-feira, 2 de novembro de 2018

TEIXEIRA PEDE AO STF PARA ANULAR CONDENAÇÃO DE LULA

AS RAZÕES DA PRISÃO SEM PROVAS FORAM ESCANCARADAS: MORO ACEITA CONVITE PARA EXERCER O CARGO DE MINISTRO DA JUSTIÇA DE BOLSONARO!", AFIRMOU O DEPUTADO DO PT-SP
Esq.: Lúcio Bernardo Jr. - Câmara / Dir.: Rafael Ribeiro
SP 247 - O deputado federal reeleito Paulo Teixeira (PT-SP) pediu a anulação da condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no processo do triplex em Guarujá (SP). "Ministros do Supremo Tribunal Federal. Anulem a condenação do Lula e concedam a ele a liberdade. As razões da prisão sem provas foram escancaradas: Moro aceita convite para exercer o cargo de ministro da justiça de Bolsonaro!", escreveu o parlamentar no Twitter.
Segundo o congressista, "ficou claro que a divulgação perto da eleição da delação do Palloci foi feita com proposito de ajudar a candidatura de Bolsonaro, depois de Sergio Moro ter sido sondado para ministro, fato revelado pelo General Mourão. Vamos juntar a entrevista do Mourão no processo no CNJ".
A entrevista de Mourão citada pelo parlamentar foi concedida ao Valor Econômico. O general vice de Bolsonaro afirmou que o convite a Moro foi feita ainda durante a campanha eleitoral.
De acordo com Teixeira, "Moro foi um juiz que sempre teve pressa". "Tinha um plano politico e um tempo politico que exigia rapidez, razão pela qual atropelou inúmeros ritos legais e garantias processuais. Tornou-se um juiz parcial. Como virou ministro, vão chover pedidos de nulidades das suas decisões", disse.
Segundo o congressista, "ficou claro que a divulgação perto da eleição da delação do Palloci foi feita com proposito de ajudar a candidatura de Bolsonaro, depois de Sergio Moro ter sido sondado para ministro, fato revelado pelo General Mourão. Vamos juntar a entrevista do Mourão no processo no CNJ".
A entrevista de Mourão citada pelo parlamentar foi concedida ao Valor Econômico. O general vice de Bolsonaro afirmou que o convite a Moro foi feita ainda durante a campanha eleitoral.
De acordo com Teixeira, "Moro foi um juiz que sempre teve pressa". "Tinha um plano politico e um tempo politico que exigia rapidez, razão pela qual atropelou inumeros ritos legais e garantias processuais. Tornou-se um juiz parcial. Como virou ministro, vão chover pedidos de nulidades das suas decisões", disse.

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