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GOVERNO DO MARANHÃO

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

EQUIPE MULTIPROFISSIONAL DO HCM PARTICIPA DE REUNIÃO SOBRE PROTOCOLO DE MORTE ENCEFÁLICA

O OBJETIVO DO ENCONTRO, QUE REUNIU MÉDICOS E ENFERMEIROS COORDENADORES DE UNIDADES DE TERAPIA INTENSIVA (UTI)
O diretor-geral do HCM, Josué Almeida, coordenadora da Central Estadual de Transplantes, Maria Inês Gomes, com médicos e enfermeiros do Hospital Carlos Macieira
 A equipe da assistência em saúde do Hospital Dr. Carlos Macieira (HCM), participou na última quarta-feira (3), de reunião com o tema “Abertura e fechamento do Protocolo de Morte Encefálica (ME): situações e perspectivas”, apresentada pela coordenadora da Central Estadual de Transplantes, Maria Inês Gomes de Oliveira.
O objetivo do encontro, que reuniu médicos e enfermeiros coordenadores de Unidades de Terapia Intensiva (UTI), fisioterapeutas, psicólogos, assistentes sociais, entre outros integrantes da equipe multiprofissional, foi orientar sobre as ações relacionadas ao processo de detecção de possíveis doadores, diagnóstico de Morte Encefálica e o fluxo da comunicação das etapas desse diagnóstico para os familiares, acolhendo-os com transparência e respeitando a ética em todo o processo.
O diretor-geral do HCM, Josué Almeida Vieira Filho, reforçou a necessidade da participação os profissionais no fechamento desse protocolo. “Todos que prestam a assistência devem ter a consciência do quanto é importante fechar o protocolo de morte encefálica, afinal é um direto do paciente e um dever do profissional. Além disso, esse procedimento pode contribuir para o aumento no número de doações de órgãos”, avaliou o diretor. 
Coordenadora da Central Estadual de Transplantes, Maria Inês Gomes
Maria Inês Gomes informou que, atualmente, o Hospital Carlos Macieira é o 2º maior notificador em ME do estado, em 1º lugar está o Socorrão I, e o Maranhão ainda possui taxas muito baixas de doadores efetivos por milhão de população. "A notificação de possíveis doadores é muito importante, pois é a condição básica para que aumente o número de doadores efetivos. A doação de órgãos e tecidos é importante para a sociedade, pois salva vidas ou melhora a qualidade de vida de muitos pacientes portadores de doenças crônicas”, informou a coordenadora da Central.

Setembro verde

No próximo mês é celebrada a campanha 'Setembro Verde', estimulando e informando sobre a doação de órgãos. A enfermeira Luiza Nóvoa, da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT), do HCM contou que serão realizadas durante todo o mês, uma série de ações de conscientização sobre o tema, incluindo treinamentos, palestras e visitas aos setores.
“Falar sobre doação é sempre atual e envolve toda a equipe multiprofissional que atua junto ao paciente. E conscientização é fundamental para que os profissionais se tornem sujeitos ativos no processo de doação de órgãos e transplante”, informou Luiza Nóvoa.

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