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GOVERNO DO MARANHÃO

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

PRESIDENTE DA CÂMARA E MINISTRO DA SAÚDE GARANTEM APOIO AO AUMENTO DO TETO DA SAÚDE NO MARANHÃO

JUSCELINO FILHO PEDIU PRIORIDADE NA APLICAÇÃO DOS RECURSOS, A REFORMULAÇÃO DA PPI (PROGRAMAÇÃO PACTUADA INTEGRADA), E O AUMENTO DO PER CAPITA.Em reunião conjunta da Bancada Federal do Maranhão e da Famem (Federação dos Municípios do Estado do Maranhão), realizada nesta quarta-feira (15), na Câmara dos Deputados, em Brasília, o presidente Rodrigo Maia (DEM), garantiu total apoio a luta do estado para elevar o per capita da saúde. Atualmente, o estado do Maranhão ocupa a penúltima “posição” nesse ranking de investimento.  
                              
“O per capita da saúde repassado ao Maranhão vem sendo, historicamente, um dos menores do país e proporcionalmente, não levado em consideração e verificado, já que o Piauí, que tem praticamente metade da nossa população recebe R$ 225,00 por habitante e nós, R$ 158,00. Nos reunimos para definir ações eficazes a partir das propostas apresentadas pela Famem. Essa luta vem se arrastando há anos. Estamos empenhados para resolver de vez. ”, destacou o coordenador da bancada maranhense, deputado Juscelino Filho (DEM).
Na manhã desta quinta-feira (16), o assunto foi repassado ao ministro da saúde, Ricardo Barros, também com a presença da Famem. Juscelino Filho pediu prioridade na aplicação dos recursos, a reformulação da PPI (Programação Pactuada Integrada), e o aumento do per capita. O parlamentar  assegurou procurar o presidente Michel Temer, para garantir o pleito.
 A proposta defendida pela Famem é de que este teto seja pelo menos igual ao da média nacional – R$ 194 por habitante. Este aumento representaria um incremento anual nos cofres das prefeituras de R$ 240 milhões – ou R$ 20 milhões mensais. Os valores per capita são calculados utilizando os procedimentos de Média e Alta Complexidade Ambulatorial (MAC) as consultas de diferentes especialidades médicas e os procedimentos de diagnose e terapias, entre os quais a tomografia, o estudo hemodinâmico, a quimioterapia, radioterapia, a ressonância magnética, a terapia renal substitutiva. Entre os procedimentos hospitalares têm-se os transplantes, gastroplastias, a cirurgia cardíaca, cirurgias eletivas e outras.
                           




                                     

                                   

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