quarta-feira, 22 de setembro de 2021

ACUSADOS DE ASSASSINAR EMPESÁRIA LEUDA CONSTRUÇÃO E OCULTAR CADÁVER SERÃO JULGADOS EM VITORINO FREIRE

MARIA HILDA FOI ASSASSINADA E ESQUARTEJADA NA MADRUGADA DO DIA  27 DE MARÇO DO ANO PASSADO.

O juiz Rômulo Lago e Cruz, titular da 1ª Vara de Vitorino Freire, preside nesta semana uma sessão do Tribunal do Júri na unidade judicial. O julgamento, marcado para quarta-feira, dia 22, terá como réus Franciane Lima da Rocha e Maílson Régis da Silva Fontenele. Eles estão sendo acusados de terem matado a vítima Maria Hilda da Silva Pereira. De acordo com a denúncia, o crime ocorreu em 27 de março do ano passado.

Segue narrando que, na data citada, na residência de Franciane Rocha, que fica no centro de Vitorino Freire, a acusada e mais dois homens, entre os quais Maílson, teriam tirado a vida de Maria Hilda, procedendo à ocultação do seu cadáver. Eles teriam feito para que não fossem descobertos sobre o roubo efetuado na casa de Maria Hilda, na madrugada anterior.

Sustenta que, enquanto Mailson buscava objetos de valor no interior da residência da vítima, esta acabou acordando, o que fez Mailson evadir-se apressadamente do local. Na pressa, ele teria esquecido de levar sua mochila. Daí, na manhã seguinte, a vítima foi até a residência de Franciane, portando a mochila esquecida por Mailson em sua casa, e a questionou sobre o ocorrido na noite anterior, afirmando que iria verificar as câmeras de segurança e que iria levar o caso até a polícia.

A denúncia continua afirmando que os acusados, ao perceberem que a vítima desvendaria o crime de roubo, teriam combinado de matá-la. Coube à acusada Franciane o papel de convidar Maria Hilda para almoçar em sua casa, tendo esta chegado, perto de meio dia, acompanhada de um sobrinho, que saiu em seguida com o filho de Franciane para comprar comida.

Ato contínuo, surgiu Mailson, que estava escondido na casa de Franciane, e de posse de uma arma de fogo e sem qualquer chance de defesa, com auxílio do denunciado Gonçalo, rendeu a vítima e a arrastaram para um cômodo da casa, local onde foi morta. Após a consumação do crime, os denunciados envolveram o corpo da vítima em plástico filme e ocultaram-no.

 TJ MA.

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